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Concorda? Turista reclama de lojas fechadas na Sexta-Feira Santa em Campo Grande e causa polêmica

  • há 13 horas
  • 3 min de leitura
Cliente usou as redes sociais para reclamar das lojas fechadas no feriado. (Reprodução, Redes Sociais)
Cliente usou as redes sociais para reclamar das lojas fechadas no feriado. (Reprodução, Redes Sociais)

Agora, uma turista de Sorocaba usou o TikTok para criticar a falta de lojas abertas, o que causou estranhamento, já que até em cidades do interior de São Paulo o comércio costuma funcionar em feriados


Desta vez, um shopping de Campo Grande não ganha repercussão por estar quase fechando — como aconteceu quando uma cliente viralizou ao entrar a 10 minutos do fechamento de uma loja —, mas sim porque as lojas já estavam fechadas em pleno feriado de Sexta-Feira Santa (3).


Um novo episódio de reclamação de visitantes em Campo Grande “fura a bolha”. Agora, uma turista de Sorocaba usou o TikTok para criticar a falta de lojas abertas, o que causou estranhamento, já que até em cidades do interior de São Paulo o comércio costuma funcionar em feriados.


O caso aconteceu na última Sexta-Feira Santa. Conforme a convenção coletiva de trabalho, o comércio na capital sul-mato-grossense optou por fechar.


“Primeiro choque de realidade em Campo Grande em relação a São Paulo. Hoje é Sexta-Feira Santa, e a gente veio ao shopping para pegar um negócio na papelaria. Falei: ‘Ah, amor, com certeza o shopping está aberto’.”

Em seguida, a visitante mostra as lojas fechadas e compara com a cidade onde vive. “Isso nunca aconteceria em Sorocaba. A Sephora está fechada. Isso jamais aconteceria em Sorocaba. Não existe um feriado em que não abra em Sorocaba. Tipo assim, abre mais tarde. Se você for a um shopping até 20h, vai estar aberto. ‘Tô’ chocada”, relata.


Campo-grandenses não gostaram

Já ouviu o ditado: só campo-grandense pode falar mal de Campo Grande? Pois bem, muitos moradores defenderam a cidade e criticaram a visitante. O vídeo já alcança 15,7 mil visualizações.


“Acho ótimo para os funcionários descansarem e curtirem a família. Parabéns ao shopping”, rebateu uma nos comentários.

Outro escreveu uma crítica ácida: “É que a Lei Áurea é um pouco nova e ainda não deve estar valendo para todo o Brasil”. No entanto, ela respondeu: “Não conhece escala de trabalho?”.


“Mal tem funcionário, você acha que tem escala? O salário do shopping é péssimo, ninguém quer trabalhar lá”. Por fim, ela desdenha: “Isso que é o maior shopping da cidade, né? Cheio de lojas caríssimas! Que péssimo. Decepcionada, real. Na minha cidade, o shopping paga melhor que o centro, por exemplo. Na área do comércio, é um dos lugares que paga melhor”, pontua a visitante frustrada.

Feriados ‘sagrados’ para o comércio

Ironicamente, a turista esteve na cidade justamente em um dos feriados que são considerados “sagrados” para o comerciante. Tradicionalmente, o comércio de Campo Grande fecha em cinco feriados:

  • 1º de janeiro (Ano Novo);

  • Sexta-Feira Santa (Paixão de Cristo);

  • 1º de maio (Dia do Trabalhador);

  • 2 de novembro (Dia de Finados);

  • 25 de dezembro (Natal).


Reclamação que terminou em demissão

Não é a primeira vez que visitantes usam as redes sociais para reclamar do atendimento em horário pontual. Em novembro de 2025, em vídeo gravado pelos corredores de um centro comercial, uma moça, de Rondonópolis (MT), lamentou a forma como foi tratada pelos atendentes por ter entrado no estabelecimento faltando 10 minutos para o fim do expediente.


“Gente, por Deus que está no céu… Eu acabei de passar pelo pior atendimento das nossas vidas. A gente entrou faltando 10 minutos para a loja fechar, mas… faltavam 10 minutos, a loja deveria estar aberta. Eles são assim, a porta está no meio quando você chega faltando 10 minutos”, iniciou.

A gravação viralizou nas redes sociais e até o jornalista Luiz Bacci, ex-apresentador do “Balanço Geral”, da TV Record, compartilhou o vídeo. Nos comentários, a cliente de Campo Grande foi cancelada e acusada de falta de empatia por entrar na loja faltando apenas 10 minutos para o fim do expediente dos trabalhadores.


Diante da repercussão nacional do vídeo, a jovem, agora ex-atendente, voltou às redes para relatar que ficou desempregada. Segundo ela, a loja não apresentou uma justificativa para a demissão.


Confira o vídeo:


Fonte: Midiamax


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