top of page
CABEÇALHO.fw.png
BANNER_CABEÇALHO_1530x150.fw.png

Ex-assessor do Presidente Lula confirma repasse financeiro de amiga de Lulinha e alega empréstimo quitado

  • há 9 horas
  • 2 min de leitura
Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-chefe de gabinete do presidente Lula (PT) - Divulgação
Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-chefe de gabinete do presidente Lula (PT) - Divulgação

Marco Aurélio Santana Ribeiro afirma que transação realizada por empresária ligada a Lulinha teve caráter pessoal; Polícia Federal apura se transferência representa propina por tráfico de influência.


O ex-chefe de gabinete da Presidência da República, Marco Aurélio Santana Ribeiro, confirmou ter recebido valores da empresária e lobista Roberta Luchsinger, alvo de investigações da Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência no governo federal em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Em nota oficial encaminhada à imprensa, o ex-assessor — conhecido como Marcola — alegou que o montante se refere estritamente a um "empréstimo pessoal contraído e já quitado", rebatendo qualquer ilação de conduta ilícita durante o período em que exerceu cargo público. Ribeiro deixou suas funções no Palácio do Planalto no dia 21 de julho para se integrar à equipe de campanha eleitoral do presidente.


A transação financeira consta nos documentos apresentados pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF) para fundamentar pedidos de inquérito. A linha de investigação busca esclarecer se a movimentação bancária configurou pagamento de propina em troca de facilitação de acessos e agendas junto ao Palácio do Planalto e ao Ministério da Saúde, conforme reportado originalmente pela Jovem Pan.


As apurações indicam que Luchsinger teria atuado em parceria com o empresário Antônio Camilo Antunes para prospectar negócios em órgãos governamentais. Registros revelam que a empresária esteve mais de 40 vezes em repartições federais entre 2023 e 2025 sem devida constância em agendas públicas oficiais, incluindo reuniões na Secretaria de Relações Institucionais e na pasta da Saúde.


O caso gerou desdobramentos na Suprema Corte, onde os inquéritos foram distribuídos aos ministros André Mendonça e Flávio Dino para analisar possíveis irregularidades em contratos e negociações no Ministério da Saúde, na Dataprev e em outros setores da administração pública.


Comentários


bottom of page
google-site-verification: google4a972b81c6e55585.html