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Kassab e PSD ainda costuram candidatura de Tarcísio, mas não descartam aliança com Lula

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 3 dias
  • 1 min de leitura
Sigla liderada por Gilberto Kassab ainda costura posição para as eleições - Antonio Cruz/Agência Brasil
Sigla liderada por Gilberto Kassab ainda costura posição para as eleições - Antonio Cruz/Agência Brasil

Com maioria das prefeituras e estados, sigla pode garantir apoio amplo a qualquer candidato.


A ida de Ronaldo Caiado para o PSD pode significar um “ultimato” para Jair Bolsonaro (PL) e embaralhar a corrida pelo Palácio do Planalto.


Com o movimento, a sigla liderada por Gilberto Kassab, que já possuía o controle da maioria das prefeituras (mais de 850), também passa a estar no comando de 5 Estados, números esses que representam uma base eleitoral ampla e que atraem qualquer candidato à presidência.


Nesse cenário atual, lideranças do partido ainda tentam convencer Tarcísio de Freitas a ser o presidenciável, com o aval do próprio ex-presidente. A ideia já havia sido tratada diretamente entre Bolsonaro e Kassab em um encontro há quase um ano, acordo esse que também envolvia o apoio à anistia/dosimetria.


Nesta quinta-feira (29), o cacique partidário reforçou seu possível projeto ao afirmar, em entrevista, que o governador de São Paulo pode até ser grato, mas não submisso a Bolsonaro.


Ao mesmo tempo, a resistência de Flávio em abrir mão de sua pré-candidatura, e os ataques de parte da direita a Tarcísio, promovidos também por Eduardo e Carlos Bolsonaro, fizeram integrantes do PSD articular uma chapa com o presidente Lula, lançando Eduardo Leite como vice-presidente.


A legenda possui três ministérios no governo e mantém uma boa relação com o chefe do Executivo, que precisa retomar sua popularidade para viabilizar um quarto mandato.


A candidatura de Ratinho Jr. ou de Caiado também não está descartada, mas é vista pela cúpula do PSD como “menos provável” de acontecer.


Fonte: Jovem Pan

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