Pollon lamenta morte de PM em Corumbá e diz que envolvidos são ‘terroristas’
- há 2 dias
- 2 min de leitura

Deputado disse que gabinete está de luto após a morte do policial militar
O deputado federal Marcos Pollon (PL) lamentou a morte de Marcelo Pimenta da Silva, policial militar morto em confronto durante ação em Corumbá. Nesta quarta-feira (1º), o deputado por Mato Grosso do Sul classificou os atiradores como “terroristas”.
“Hoje o nosso gabinete está de luto e esse luto deveria ser de todo o Estado e também do Brasil, porque ele não trabalhava só para mim, ele trabalhava para todos nós”, disse Pollon.
Assim, comentou que o PM atuava contra “terroristas que estavam atirando numa casa”. Na ação, Marcelo foi atingido por tiro de fuzil e faleceu.
“Isso causa uma indignação muito grande, porque a morte de policial no Brasil virou estatística, ninguém liga mais”, afirmou o deputado. Pollon disse que “enquanto eles estão entregando as suas vidas para defender as nossas, as pessoas simplesmente se esquecem que ali possivelmente é um pai, um filho, alguém que efetivamente contribui para a sociedade”.
Por fim, o deputado criticou a falta de reconhecimento dos trabalhadores. “O mais assustador é saber a forma como as pessoas estão desumanizando as forças de segurança. Grotesco, chocante”, afirmou.
PM faleceu em confronto
O soldado da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) Marcelo Pimenta da Silva, de 32 anos, estava há dez meses na corporação. Ele morreu após ser atingido por um tiro, possivelmente de fuzil, durante tentativa de abordagem contra criminosos em Corumbá, cidade que faz fronteira com a Bolívia, a 429 quilômetros de Campo Grande.
Marcelo integrava o Getam (Grupamento Especializado Tático em Apoio Motociclístico) do 6º BPM (Batalhão da Polícia Militar) e estava conduzindo a motocicleta de serviço, quando foi atingido pelo disparo na noite de terça-feira (30).
Nascido no dia 8 de março de 1994, o militar era da 38ª turma do Curso de Formação de Soldados da PMMS e ingressou na corporação em agosto de 2025, ou seja, há dez meses. Ele deixa uma filha de 7 anos.
Na biografia da rede social de Marcelo, consta a seguinte frase: “Quando resolver guerrear, escolha a batalha e queime o barco; assim, você não terá o problema de parar antes de vencer”.
Fonte: Midiamax







Comentários