top of page
CABEÇALHO.fw.png
BANNER_CABEÇALHO_1530x150.fw.png

Relatório médico diz que Jair Bolsonaro sofre efeitos colaterais de medicamentos

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura
Jair Bolsonaro - DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
Jair Bolsonaro - DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

Ambos os pareceres dizem que Bolsonaro mantém quadro de saúde igual ao da semana anterior e que não vem apresentado queixas


Por Levy Teles O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve sintomas de fadiga, sonolência e instabilidade do equilíbrio corporal “em menor intensidade e frequência” como efeito colateral dos medicamentos que toma e demonstrou estar “um pouco mais cansado e indisposto” nesta semana, apontam relatórios médicos apresentados pela defesa ao Supremo Tribunal Federa (STF).


Ambos os pareceres dizem que Bolsonaro mantém quadro de saúde igual ao da semana anterior e que não vem apresentado queixas.


Relatório semanal feito pelo médico Brasil Caiado diz que o ex-presidente tem “certa estabilidade dos sintomas e queixas, com quadro inalterado em relação à semana anterior”. Diz também que ele tem resposta “satisfatória com sinais progressivos de melhora, principalmente da pressão arterial e das crises de soluço” após ajuste da medicação iniciado há mais ou menos um mês.


É ele quem relata que Bolsonaro lida com os efeitos colaterais persistentes em razão dos medicamentos. No parecer também consta que ele segue “dieta rigorosa, fisioterapia, exercícios regulares e cuidados preventivos para redução de quedas e refluxo gastroesofágico”.


Já relatório do fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas relatou duas sessões com Bolsonaro nesta semana. No primeiro, na segunda-feira, 6, Bolsonaro teve “boa mobilidade e vem realizando atividades funcionais de forma normal e sem queixas.


Três dias depois, na quinta-feira, Bolsonaro estava “um pouco mais cansado e indisposto”, mas realizou a fisioterapia. Ele está “bem” e “sem queixa de dor”. O fisioterapeuta recomendou a continuidade do tratamento.


O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou, no dia 3 de julho, que Bolsonaro fosse mantido em prisão domiciliar.


Nesta última quarta-feira, 8, após operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente, a Polícia Federal apreendeu uma escopeta, a última arma que estava em nome de Bolsonaro.


Fonte: Jovem Pan

Comentários


bottom of page
google-site-verification: google4a972b81c6e55585.html