Seleção luta neste domingo contra “fantasmas europeus”, tenta quebrar tabus e chegar entre os oito melhores da Copa
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A última vez em que o Brasil eliminou uma equipe do velho continente no mata-mata foi em 2002
Seria melhor não ficar pensando nos desafios históricos que a seleção tem pela frente hoje na Copa, às 17h (horário de Brasília), contra a Noruega, em Nova Jersey. Depois da conquista do penta em 2002, quando passou por Bélgica, Inglaterra, Turquia e Alemanha, na final, o Brasil jamais superou um europeu em mata-mata. Pelo contrário, desde 2006 a camisa amarela foi eliminada dos mundiais por equipes do velho continente.
Eliminações da seleção brasileira nos últimos vinte anos
2006 – França 1×0 Brasil – quartas de final
2010 – Holanda 2×1 Brasil – quartas de final
2014 – Alemanha 7×1 Brasil – semifinal
2018 – Bélgica 2×1 Brasil – quartas de final
2022 – Croácia 1×1 Brasil (4×2 – nos pênaltis) – quartas de final
O bom desempenho da seleção brasileira, neste domingo, vai depender da montagem do time por Carlo Ancelotti. Martinelli é o favorito para ocupar o lugar de Lucas Paquetá, machucado. Por outro lado, Rafinha já está praticamente recuperado, mas vai começar no banco. Rayan deve iniciar uma partida novamente. Além do desafio de ganhar da Noruega pela primeira vez na história, a missão de parar o gigante Haaland está nos pés da dupla sólida de zagueiros: Marquinhos e Gabriel Magalhães.
A Copa de 2026 não é parâmetro para grandes comparações por ser a maior de todos os tempos. Entretanto, a última vez que a seleção não passou das oitavas de final foi em 1990, na Itália. A eliminação para a Argentina veio depois de uma jogada de gênio de Maradona e o gol de Caniggia. O vencedor do duelo entre Brasil e Noruega vai enfrentar o ganhador da partida entre México e Inglaterra, às 21h, no Estádio Azteca.
Neste sábado, em Houston, o Marrocos foi irreconhecível no primeiro tempo, mas melhorou no segundo e derrotou o Canadá, 3 a 0, e garantiu vaga nas quartas de final. Os africanos vão pegar a França que sofreu com o “clima de Libertadores” imposto pelo Paraguai, na Filadélfia. A partida foi tensa e os jogadores se estranharam em inúmeros momentos. A equipe sul-americana fez de tudo para segurar o adversário e conseguiu até os 25 minutos do segundo tempo. O VAR confirmou um pênalti cometido por Diego Gómez em Désiré Doué. Mbappé converteu e chegou ao sétimo gol dele na Copa e agora está empatado com Messi, mas com um de desvantagem em relação ao craque argentino na contagem geral dos mundiais: 20 a 19. A França continua como favorita, mas deixou a desejar no duelo deste sábado.
A história mostra que não se ganha de véspera.
Fonte: Jovem Pan







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