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Estados do Norte mantêm alta para casos de síndrome respiratória aguda

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
© Paulo Pinto/Agência Brasil
© Paulo Pinto/Agência Brasil

Infogripe mostra ainda que covid-19 foi o vírus que mais causou mortes


Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave nos estados do Acre, Amazonas e Roraima apresentaram nível alto ou alto risco nas últimas duas semanas, com previsão de aumento nas próximas. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (29) na nova edição do Boletim InfoGripe.


Os dados levam em consideração a Semana Epidemiológica 3, período de 18 a 24 de janeiro.


No restante do país, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave apresentaram queda nas tendências de longo e de curto prazo.


Segundo a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, a Influenza A é a principal responsável pelo aumento de casos no Amazonas e Acre.


“No Acre e Amazonas, esse aumento tem sido impulsionado, principalmente, pela Influenza A, especialmente na população de jovens, adultos e idosos. E também pelo vírus sincicial respiratório nas crianças pequenas. Em Roraima, a gente ainda não tem dados de resultados laboratoriais suficientes pra determinar qual o vírus responsável por esse crescimento”.

A pesquisadora afirma ainda que nessa semana houve um aumento leve de casos de doenças respiratórias em outros estados.


“A gente notou um leve aumento das hospitalizações por VSR na Paraíba, Influenza A no Pará e também nas hospitalizações por Covid-19 no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Mas um aumento ainda relativamente leve e não representa ainda um impacto importante nas hospitalizações”

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a maior parte dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave foi por rinovírus com 32%; seguido da Covid-19 e Influenza A com 20%; Vírus Sincicial Respiratório com quase 11%; e Influenza B com 2% dos casos positivos.


O que mais causou óbitos foi a Covid-19 com 41%; seguida de Influenza A com 28%; rinovírus com quase 16%; Influenza B com 3%; e Vírus Sincicial Respiratório com 1,8%.


A Fundação Oswaldo Cruz recomenda que os grupos prioritários se vacinem o quanto antes para evitar complicações com essas doenças respiratórias.


*Com supervisão de Roberta Lopes 


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