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Estudante de 18 anos é preso por armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantil em MS

há 15 horas
2 min de leitura
Imagem: Wix
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Um estudante de 18 anos foi preso nesta quarta-feira (14), em Campo Grande, durante mais uma ação da Operação Sentinela, deflagrada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA). O jovem é investigado por armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantil em ambiente virtual. A investigação durou seis meses.


O mandado judicial foi cumprido no bairro Jardim Centro-Oeste, onde os policiais localizaram o investigado e encontraram grande quantidade de arquivos com conteúdo de abuso sexual infantil, conhecido internacionalmente pela sigla CSAM (Child Sexual Abuse Material).


Além do armazenamento, os investigadores identificaram indícios de que o estudante também compartilhava esse tipo de material. Conforme a apuração, ele utilizava técnicas para dissimular sua conexão e dificultar a identificação de suas atividades no ambiente digital.


O trabalho investigativo realizado ao longo de seis meses permitiu aprofundar a apuração da conduta e reunir elementos que fundamentaram a ação policial desta quarta-feira.


Segundo a Polícia Civil, a operação busca interromper não apenas o armazenamento e a distribuição dos arquivos, mas também o ciclo de violência perpetuado pela circulação desse conteúdo. Cada novo compartilhamento representa outra exposição das vítimas e contribui para prolongar os danos decorrentes do abuso.


A análise dos elementos apreendidos também poderá contribuir para o avanço das investigações sobre outros indivíduos envolvidos na circulação organizada e na possível exploração comercial desse material ilícito.


Operação Sentinela

A Operação Sentinela integra as ações da DEPCA de enfrentamento aos crimes sexuais contra crianças e adolescentes no ambiente digital. A iniciativa tem como objetivos identificar autores, interromper a circulação de material de abuso sexual infantil e aprofundar investigações sobre redes que alimentam esse mercado criminoso.


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