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Estudo com RNA tem método que pode ajudar a tratar câncer de mama

  • há 7 horas
  • 2 min de leitura
© José Cruz/Agência Brasil
© José Cruz/Agência Brasil

Testes laboratoriais indicam redução da agressividade dos tumores


Um estudo conduzido por cientistas norte-americanos que identificou moléculas de RNA com potencial terapêutico no tratamento do câncer de mama é objeto de análise pela Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Rio de Janeiro (SBM Rio).


Essa molécula é essencial para a síntese de proteínas e regulação genética, o que abre novas perspectivas para abordagens mais eficazes e personalizadas no combate à doença.


De acordo com os pesquisadores, ao modificar ou bloquear a ação dessas moléculas, foi possível reduzir a agressividade dos tumores em testes laboratoriais. Os resultados indicam que a estratégia pode aumentar a resposta a terapias já existentes, sobretudo em casos mais resistentes aos tratamentos convencionais.


A pesquisa investiga uma molécula de RNA que, além da capacidade de destruir células tumorais, pode ativar mecanismos de defesa do organismo e estimular a resposta imune, sugerindo um promissor potencial terapêutico.


Mas independentemente da terapia, o que faz a diferença no tratamento é o reconhecimento dos sintomas e as práticas de monitoramento e prevenção, como destaca o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Eduardo Bruno Giordano.


"O sucesso do tratamento do câncer de mama depende do diagnóstico precoce e tratamento adequado. Eu acrescentaria, ainda, o tratamento em tempo adequado, que não se postergue o início do tratamento. No início do menor sintoma, que se procure ajuda. É importante que você, mulher, procure seu médico para solicitar o exame. E que os homens incentivem suas esposas e parentes de forma regular".

Levantamentos de universidades como a de Yale, nos Estados Unidos, indicam que a combinação de moléculas de RNA com anticorpos pode superar barreiras de entrega em tumores de difícil acesso, reduzindo o tamanho tumoral e ampliando a sobrevida em modelos experimentais.


Contudo, especialistas alertam que o tratamento ainda não está disponível para pacientes, dependendo da confirmação da eficácia em estudos futuros.



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