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Girão pede que CPI do Crime Organizado convoque Moraes e esposa para falar sobre Master

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura
Senador Eduardo Girão no Congresso Nacional - Waldemir Barreto/Agência Senado
Senador Eduardo Girão no Congresso Nacional - Waldemir Barreto/Agência Senado

Senador também solicitou que Dias Toffoli e irmãos ‘prestem esclarecimentos à comissão


O senador Eduardo Girão (NOVO-CE) encaminhou, nesta quinta-feira (29), um requerimento à CPI do Crime Organizado solicitando que a comissão convide os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além de Viviane Barci de Moraes, mulher do vice-presidente do Supremo. Ele ainda solicitou a quebra do sigilo bancário de Viviane.


“O requerimento se baseia em fatos graves, já divulgados pela imprensa, que indicam possível atuação pouco transparente envolvendo a instituição financeira, o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes e contatos com autoridades públicas por parte do ministro Alexandre de Moraes”, diz o requerimento.

No documento ainda se lê: “Reportagens apontam vínculos societários e econômicos entre familiares do ministro e empreendimentos ligados a cadeias financeiras investigadas no caso Banco Master, o que levanta questionamentos sobre a imparcialidade em processos relacionados ao escândalo”.


O requirimento de Girão é feito em meio à discussão sobre a abertura de uma CPMI para apurar apenas o caso do Master. Segundo apurou o colunista Bruno Pinheiro, da Jovem Pan, a aprovação da abertura é consenso entre governistas e oposição no Congresso.


“A CPI do Crime Organizado tem o dever constitucional de apurar a atuação de organizações criminosas e eventuais redes de proteção institucional, mesmo quando envolvem autoridades de alto escalão. Cabe ao Parlamento exercer sua função fiscalizadora com responsabilidade, sendo as oitivas necessárias para esclarecer os fatos e preservar a confiança da sociedade nas instituições”, argumenta Girão.

Entenda

O ministro Dias Toffoli passou a ser questionado após a revelação de vínculos entre um resort no Paraná e familiares do magistrado, enquanto ele atua como relator das investigações sobre o caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal.


O foco da controvérsia é o Tayayá Resort, que já teve ligação com parentes de Toffoli e foi alvo de uma negociação envolvendo Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e irmãos do ministro, José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli.


Fonte: Jovem Pan

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