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Milho fecha em baixa pela 5ª sessão consecutiva em Chicago; B3 sente pressão da safrinha

  • há 15 horas
  • 2 min de leitura
Imagem: Wix
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Alta do dólar limitou perdas no BR


O mercado do milho fechou o pregão desta quarta-feira (27) em queda na Bolsa de Chicago. Os principais vencimentos terminaram o dia caindo entre 4,25 e 5 pontos nos principais contratos, levando o julho a US$ 4,52 e o dezembro a US$ 4,77 por bushel. 


A queda forte do petróleo voltou a influenciar o mercado internacional de grãos, com o trigo também caindo forte na CBOT nesta quarta. As baixas no petróleo passaram de 5%, com os mercados ainda muito atentos aos desdobramentos dos conflitos e das negociações no Oriente Médio. 


Com esta pressão, os futuros dos cereais registram seu quinto pregão consecutivo de queda, como informa a Agrinvest Commodities. 


"Com o arrefecimento das tensões no Oriente Médio, a tendência é de que o mercado volte a negociar mais direcionado pelos fundamentos de oferta e demanda, reduzindo o peso das especulações geopolíticas no curto prazo", traz a equipe de análises da consultoria. 

Além da pressão do petróleo, há também a pressão do plantio nos EUA. O ritmo dos trabalhos de campo segue intenso no Corn Belt, com condições de clima que favorecem o avanço e também o desenvolvimento inicial das lavouras. Já há 79% de área plantada, contra 75% de 2025 e 68% de média plurianual. 


PRESSÃO TAMBÉM NA B3

Na B3, os preços do milho fecharam o dia com estabilidade, depois de terem testado perdas significativas. A chegada da oferta da safrinha pesa sobre as cotações e nesta quarta-feira não foi diferente. Todavia, a alta do dólar limitou as baixas nesta sessão. 


A moeda americana terminou o dia com pouco mais de 0,6% de avanço e R$ 5,06. 


"O ponto importante é o  tamanho dessa safra. À medida em que as colheitadeiras avançam no campo, principalmente nas áreas que sofreram mais, o mercado tende a começar a precificar uma redução na oferta; A curva dos futuros já dá sinais que vale a pena carregar milho mais à frente. Ao mesmo tempo, começam a surgir reportes de excelentes produtividades nas primeiras áreas da região da BR-163, acima das expectativas, com médias próximas de 152 sacas por hectare". 

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