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Netanyahu diz que mandou gabinete negociar ‘o mais breve possível’ com o Líbano

  • há 17 horas
  • 2 min de leitura
EFE/EPA/ALEX KOLOMOISKY / POOL
EFE/EPA/ALEX KOLOMOISKY / POOL

Primeiro-ministro israelense reage a anúncio de Beirute que proíbe armas de grupos não estatais e busca acordo pacífico após nova escalada no conflito


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta quinta-feira (9) que ordenou ao seu gabinete o início imediato de “negociações diretas” com o Líbano, com foco principal no desarmamento do Hezbollah, movimento islâmico aliado do Irã.


“Após repetidos pedidos do Líbano para iniciar negociações diretas com Israel, instruí o gabinete ontem a iniciar as negociações o mais breve possível”, afirmou Netanyahu em publicação nas redes sociais. “As negociações se concentrarão no desarmamento do Hezbollah e no estabelecimento de relações pacíficas entre Israel e o Líbano”, acrescentou.

 

Ataques continuam no Líbano

Em vídeo publicado posteriormente, Netanyahu afirmou que os ataques ao Líbano continuam “com toda a força” e que irão continuar até “restaurarmos sua segurança”. Veja:

 

Na publicação, Netanyahu saudou o anúncio feito pelo governo libanês nesta quinta-feira, que proíbe armas pertencentes a grupos não estatais em Beirute, decisão tomada após ataques aéreos israelenses contra alvos do Hezbollah. Segundo veículos de mídia locais, as negociações pelo lado israelense serão lideradas pelo embaixador de Israel em Washington, Yechiel Leiter. Contatado pela AFP, um funcionário libanês informou que Beirute não comentaria o assunto.


O Hezbollah entrou na guerra do Oriente Médio em 2 de março, após a ofensiva israelense-americana contra o Irã que resultou na morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei. Israel respondeu com uma ampla campanha de ataques aéreos em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre no sul do país.


Em 9 de março, o presidente libanês, Josef Aoun, propôs uma “trégua completa” com Israel e manifestou-se favorável a negociações diretas sob mediação internacional — os dois países estão tecnicamente em guerra desde 1948. Após o último conflito entre Israel e o Hezbollah em 2023, o cessar-fogo assinado em novembro de 2024 previa justamente o desarmamento do grupo xiita e a retirada das tropas israelenses do sul do Líbano. Beirute havia prometido desarmar o Hezbollah, o único grupo que manteve suas armas após o fim da Guerra Civil Libanesa (1975-1990).


Um novo acordo de cessar-fogo foi assinado na quarta-feira (8) entre o Irã e os Estados Unidos, mas Israel afirma que o entendimento não se aplica ao Líbano. A comunidade internacional teme que a continuidade dos ataques aéreos israelenses comprometa o frágil equilíbrio alcançado.


*Com informações da AFP


Fonte: Jovem Pan



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