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Neymar: mais pelo impacto da equipe que pela performance

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
Vitor Silva/CBF
Vitor Silva/CBF

Futebol jogado por ele atualmente não foi o principal critério para a escolha


A convocação de Neymar continua sendo o tema mais quente da Seleção Brasileira. E não é para menos: há opiniões para todos os gostos.


Ficou bastante claro que o futebol jogado por ele atualmente não foi o principal critério para a escolha. O próprio Carlo Ancelotti deixou isso explícito na coletiva após o megavento de anúncio. O técnico destacou a vasta experiência do atacante em Copas do Mundo, o amor e o respeito que ele desperta dentro do grupo (com pedidos públicos de vários companheiros), a capacidade de melhorar o ambiente do vestiário, a evolução física recente e a possibilidade de contribuir, mesmo que por poucos minutos.


Resumindo: Neymar foi convocado mais pelo que ele agrega do que pelo que vem apresentando dentro de campo nos últimos meses.


Nessa equação entram ainda outros ingredientes importantes: a forte pressão de boa parte da torcida, o apelo de marketing, o impacto emocional do momento e os aplausos estrondosos que ele recebeu no auditório. Há também a ideia de que sua presença serviria como “para-choque” para os mais jovens — ainda que estejamos falando de um grupo de jogadores adultos e experientes, e não de um time sub-12.


Por fim, pesa o romantismo do “último baile”. Aos 34 anos, esta deve ser a última Copa de Neymar.


O que se percebe é que Ancelotti flexibilizou o rigor técnico que havia sinalizado logo na sua chegada ao comando da Seleção. O “Neymar impacto” falou mais alto que o “Neymar em forma”.


Se der certo, será mais um exemplo da visão de um treinador rico em títulos e experiência. Se não funcionar, terá mais quatro anos para repensar os critérios.


Fonte: Jovem Pan

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