Nunes demite o presidente da SPTuris após acusação de fraudes em contratos
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Para o lugar de Gustavo Pires, o prefeito de SP anunciou a nomeação do Coronel Salles, ex-comandante da Polícia Militar
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou na quarta-feira (25) a demissão do presidente da São Paulo Turismo (SPTuris), Gustavo Pires, e do secretário adjunto de Turismo, Rodolfo Marinho. A decisão, divulgada por meio das redes sociais do prefeito, ocorre após denúncias de irregularidades envolvendo contratos milionários da Prefeitura.
A definição da saída aconteceu após uma reportagem publicada na sexta-feira (20) pelo portal Metrópoles. A matéria revelou que Rodolfo Marinho já havia sido sócio de Nathália Carolina de Silva Souza, fundadora da agência MM Quarter. Desde que Marinho foi nomeado para a secretaria, em 2022, a agência passou a ser contratada de forma contínua pela SPTuris e pela própria Secretaria de Turismo. De acordo com o jornal, atualmente, a MM Quarter soma R$ 232 milhões em contratos vigentes com o município.
Após a divulgação do caso, Ricardo Nunes acionou a Controladoria-Geral do Município (CGM) para investigar a situação. Segundo o prefeito, a apuração encontrou um documento que comprovava a ligação atual entre as partes.
“A controladoria me trouxe documentos referentes a esta apuração. Dentro desses documentos, uma procuração da Nathália para o secretário adjunto Rodolfo Marinho. Por causa disso, estou demitindo, exonerando, o senhor Rodolfo Marinho”, explicou Nunes no vídeo publicado no Instagram.
Para o lugar de Gustavo Pires na presidência da SPTuris, Nunes anunciou a nomeação de Marcelo Vieira Salles, conhecido como Coronel Salles, de 59 anos. Ele é ex-comandante da Polícia Militar de São Paulo e atuou como subprefeito da Sé.
“Também estou nomeando, a partir de hoje, o Coronel Salles, uma pessoa muito preparada, com bom conhecimento da administração e de uma integridade inabalável, para presidir a SPTuris, que deverá, através de sua presidência, dar toda colaboração à Controladoria para a continuidade das investigações. Nós não permitimos, em nosso governo, nenhum tipo de ilegalidade ou irregularidade”, disse Nunes.

Fonte: Jovem Pan







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