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Rudi Fiorese tem liberdade negada e continua preso por fraudes no tapa-buraco

  • há 2 dias
  • 3 min de leitura
Rudi Fiorese segue para presídio. (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)
Rudi Fiorese segue para presídio. (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

Uma semana após prisões, somente um dos sete investigados conseguiu prisão domiciliar


A Justiça negou habeas corpus para o ex-secretário de Obras de Campo Grande Rudi Fiorese, para o ex-superintendente de obras Mehdi Talayeh e para o ex-chefe do tapa-buraco, Edivaldo Aquino Pereira.


A liminar é do desembargador Zaloar Murat Martins de Souza, da 3ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).


A decisão é provisória e o HC ainda será analisado pelos demais membros do colegiado.


Então, o magistrado solicitou informações da juíza May Melke Amaral Penteado Siravegna, do Núcleo de Garantias, que expediu os mandados de prisão.


Até o momento, apenas o produtor rural Antônio Roberto Bittencourt Teixeira Pedrosa, o ‘Peteca’, apontado como sócio-oculto da Construtora Rial — que tem o filho e a esposa como sócios — deixou a prisão e foi para domiciliar, com uso de tornozeleira, por conta da idade.


Também continuam presos o filho de Peteca, Antonio Bittencourt Jacques Pedrosa, o ex-servidor da pasta de obras Fernando de Souza Oliveira e o auxiliar de fiscalização da Sisep Erik Antônio Valadão Ferreira de Paula.


Operação Buraco sem Fim

Em 12 de maio de 2026, o MPMS deflagrou a Operação Buraco sem Fim, cumprindo sete mandados de prisão e dez de busca e apreensão em Campo Grande, contra um esquema de fraude no serviço de tapa-buracos.


A investigação constatou a existência de uma organização criminosa que atua fraudando, sistematicamente, a execução do serviço de manutenção de vias públicas, por meio da manipulação de medições e da realização de pagamentos indevidos.


Os promotores descobriram pagamentos públicos que não correspondem aos serviços efetivamente prestados, com o propósito de permitir o desvio de dinheiro público, o enriquecimento ilícito dos investigados e, como consequência, a má qualidade das vias públicas municipais.


Levantamento indica que, entre 2018 e 2025, a empresa investigada amealhou contratos e aditivos no valor de R$ 113.702.491,02.


R$ 147 milhões em contratos

Peça-chave nas fraudes do tapa-buraco, a Construtora Rial Ltda. possui R$ 147.621.717,54 em contratos de obras em Campo Grande. Conforme o Portal da Transparência do município, são oito contratos ativos para obras e serviços, sendo o mais antigo firmado em 2022.


Desse total, cinco são contratos de serviço, que abrangem o tapa-buracos, a manutenção em ruas de terra e também a sinalização por meio de construção de lombadas. O valor total para esses serviços é de R$ 42.050.710,63.


O maior montante refere-se a contratos de obras de recapeamento. A Rial opera, atualmente, em três frentes: região do Anhanduizinho (R$ 52.157.356,45), Imbirussu (R$ 29.783.245,48) e Segredo (R$ 23.630.404,98).


A atuação da empreiteira, segundo os investigadores, segue o mesmo modus operandi do que foi apurado na Operação Cascalhos de Areia, em que cinco dos atuais investigados foram denunciados.


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Fonte: Midiamax

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