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‘Acabou a essência’: campo-grandenses relatam desânimo com Brasil na Copa do Mundo

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
Copa do Mundo já não anima os campo-grandenses como antes. (Foto: Madu Livramento/Jornal Midiamax)
Copa do Mundo já não anima os campo-grandenses como antes. (Foto: Madu Livramento/Jornal Midiamax)

Torcedores dizem que país vive crise e já não revela mais craques como antigamente


Faltam menos de 40 dias para a Copa do Mundo de 2026, mas os campo-grandenses não parecem estar animados com o torneio. O Jornal Midiamax foi às ruas de Campo Grande nesta segunda-feira (4) e ouviu da população que a “essência” da Copa se perdeu com o tempo.


A fase da Seleção Brasileira é uma das principais influências do desânimo dos torcedores. Para Fernando Braz, 47, pedreiro, o atual elenco do Brasil não empolga. “Não tem jogador, não tem mais aquela essência que tinha nas Copas passadas. Aí o pessoal perde a vontade de assistir”, explica.


Fernando Braz, pedreiro. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)
Fernando Braz, pedreiro. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)

Anos atrás, era comum ver ruas pintadas de verde e amarelo, bandeiras e camisas do Brasil espalhadas pelas casas e estabelecimentos, mas o cenário parece ter mudado nos dias atuais. A dona de casa Márcia Lino, de 51 anos, não tem muito apreço pelo futebol, mas se lembra de que, durante as Copas, havia muito mais empolgação dos brasileiros.


“Nesse tempo, já era pra estar mais no clima, tá tudo parado. [Antes] era mais empolgante, era mais animado”, afirma. Segundo ela, a sua família, toda torcedora do Corinthians, “até chorava” por causa de futebol, mas esse sentimento nunca foi despertado nela.


Márcia Lino, dona de casa. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)
Márcia Lino, dona de casa. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)

Brasil vive ‘crise’?

Teve quem também afirmou que o Brasil vive uma “crise”, como o consultor de advocacia Fábio Basílio, de 61 anos, e o autônomo Murilo dos Santos, de 33. Porém, apesar do cenário controverso, ambos acreditam que a Seleção Brasileira pode fazer uma boa Copa do Mundo em 2026.


Murilo dos Santos, autônomo. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)
Murilo dos Santos, autônomo. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)
“A gente tá passando por uma crise no Brasil assim. Mas eu acredito na Seleção, nos novos atletas. Claro que não é igual antigamente, que tinha aquela equipe de jogadores de sucesso. Mas acredito que vai ser benção, vai ser benção na Copa do Mundo”, explica Murilo.

Fábio Basílio, consultor de advocacia. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)
Fábio Basílio, consultor de advocacia. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)

Já Fábio disse que, com o “jeitinho brasileiro”, os torcedores vão deixar para empolgar em cima da hora. “O torcedor está em cima do muro, está esperando com que a Seleção convença realmente de que a gente ainda vai buscar mais um título. Brasileiro é o seguinte, tudo é coisa de última hora, né? Na última hora o brasileiro está lá, com a amarelinha. E eu tenho certeza de que esse ano a Seleção vai fazer diferente”, afirma.


Murilo também relembrou os tempos em que o Brasil era recheado de craques como Ronaldinho, Kaká e Cafu, e, por isso, empolgava mais os torcedores, que “não perdiam um jogo”.


O paisagista Anderson Andriola, de 36 anos, também compartilha da mesma opinião, e diz que o Brasil perdeu a referência de “país do futebol”. “O futebol brasileiro deixou a desejar bastante. Falta um pouco de surpreender a gente de volta, igual eles faziam antigamente […] O futebol era o exemplo para o mundo”, conta.


Anderson Adriola, paisagista. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)
Anderson Adriola, paisagista. (Foto: Léo de França/Jornal Midiamax)

Fonte: Midiamax

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