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Posts do blog (370)

  • Dino anula quebra de sigilo de Lulinha aprovada na CPMI do INSS

    Alex Silva/Estadão Conteúdo Em decisão, o ministro determinou o ‘não cumprimento’ das deliberações de 26 de fevereiro resultantes da ‘votação em globo’ da comissão  O ministro Flávio Dino , do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (5) anular a quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha . A medida havia sido aprovada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura os descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Em razão da “votação em globo” feita pela CPMI, em 26 de janeiro, Dino determinou que as “autoridades administrativas” não cumprissem com as deliberações oriundas da reunião da comissão . Dentre elas, a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha . “Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates , tanto na seara admistrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, justificou o ministro. Na quarta-feira (5), a defesa do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao STF a suspensão da decisão da CPMI . A solicitação se deu depois de Dino, no mesmo dia, anular a quebra de sigilo de uma amiga de Lulinha, a empresária Roberta Luchsinger , também investigada pela comissão. O ministro acolheu a alegação dos advogados dela de que houve violação no processo de votação . Já a defesa de Lulinha argumentou que os fundamentos adotados pelo ministro para suspender a medida contra Luchsinger “são todos aplicáveis” ao empresário . Para os advogados do filho do presidente, a votação “em globo” foi sem “fundamentação concreta, específica e individualizada” . Quebra de sigilo de Lulinha Na reunião de 26 de fevereiro, a CPMI do INSS votou à favor da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha . Além da medida, mais 86 requerimentos foram aprovados de forma conjunta pela comissão. Logo depois, houve confusão e empurra-empurra entre os presentes . Senadores e deputados federais da base do governo não concordaram com a condução da votação pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG) . Os governistas solicitaram a anulação da ação contra Lulinha por meio de requerimento protocolado junto à presidêndia do Senado Federal. Na terça-feira (3), o presidente da Casa Alta do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), rejeitou o pedido e manteve a decisão da CPMI contra o empresário . Também em 26 de fevereiro, a defesa de Lulinha manifestou-se sobre a quebra de sigilo . Por meio de nota, o advogado do empresário disse que a medida é “dispensável” . “Estamos absolutamente tranquilos quanto ao resultado da quebra, pois ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime”, disse o Guilherme Suguimori. A defesa de Lulinha ainda comentou sobre a autorização concedida pelo ministro André Mendonça  para quebrar os sigilos bancário, telemático e fiscal do empresário . Suguimori disse que, “desde o início”, o empresário “se colocou à disposição do STF” com a “intenção de prestar todos os esclarecimentos que a Corte entendesse necessários”. Mendonça decidiu, em janeiro, acatar o pedido da Polícia Federal (PF) para quebrar o sigilo de Lulinha . A corporação apura o envolvimento do empresário com o esquema de descontos indevidos. O empresário também foi citado em decisão do ministro que autorizou a PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) a realizar, em dezembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto . No celular de Antônio Carlos Camilo Antunes , conhecido como o “Careca do INSS” , a corporação encontrou mensagens que citam repasse de ao menos R$ 300 mil ao “filho do rapaz” , que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha . CPMI do INSS Instalada em 20 de agosto, a CPMI do INSS fez 33 reuniões até segunda-feira (2). Nessa reta final, a comissão está concentrada em analisar fraudes em empréstimos consignados , com suspeitas de assédio, concessão sem consentimento e renovações fraudulentas que geraram dívidas impagáveis. Em 2025, o comitê ouviu Antônio Carlos Camilo Antunes. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), qualificou Antunes como “autor do maior roubo a aposentados e pensionistas da história do Brasil”. Segundo os dados apurados pela CPMI, o “Careca no INSS” seria o operador do esquema e teria movimentado R$ 24,5 milhões em cinco meses . De acordo com o calendário oficial de atividades para 2026, a CPMI ouvirá testemunhas até 19 de março . No dia 23, está marcada a apresentação e leitura do relatório final. Já a votação do documento ficou para o dia 26 . Fonte: Jovem Pan

  • Justiça mantém prisão, e Daniel Vorcaro é transferido para presídio em Guarulhos

    Divulgação/Banco Master Empresário foi preso na manhã desta quarta-feira durante a terceira fase da Operação Compliance Zero Daniel Vorcaro , dono do Banco Master, foi transferido da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo para o Centro de Detenção Provisória II , em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Segundo apurou a Jovem Pan , tanto Vorcaro como seu cunhado, Fabiano Zettel, que se entregou a PF nesta manhã, foram levados ao presídio. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF),  autorizou mais cedo as transferências a penitenciárias estaduais . A decisão de Mendonça, relator do caso, atende a um pedido da própria PF. A corporação argumentou que as superintendências regionais, para onde eles foram encaminhados, são destinadas à custódia “transitória e de curtíssima duração”, voltadas apenas para a formalização de “atos cartoriais” – identificação e registro, por exemplo. O banqueiro voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) , em São Paulo, durante nova fase de uma investigação que apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras. A Polícia Federal deflagrou a  terceira fase da Operação Compliance Zero , que investiga a possível prática de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, supostamente cometidos por uma organização criminosa. Confirmado pela reportagem da  Jovem Pan , o  banqueiro   foi levado inicialmente à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. O cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, também foi alvo de mandado de prisão. Ele se entregou à PF na manhã desta quarta-feira. Ao todo, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As  ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a PF,  as investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil , que auxiliou na análise de movimentações financeiras e estruturas societárias ligadas ao grupo investigado. Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o afastamento de investigados de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões.  A medida visa interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo  e preservar valores que possam ter relação com as práticas ilícitas apuradas. Caso Master As liquidações do  Banco Master , decretadas pelo Banco Central em novembro de 2025, e da gestora de investimentos Reag, revelaram um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro. O  caso envolve suspeitas de fraudes bilionárias,  uso de fundos de investimento para ocultar prejuízos, tentativas de socorro via banco público e tensões entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) com o BC e a Polícia Federal (PF). “A decretação do regime especial nas instituições foi motivada pela grave crise de liquidez do conglomerado Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira, bem como por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do SFN”, informou o BC em nota na época. De forma extrajudicial, foram liquidados o Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento S/A, do Banco Letsbank S/A, e da Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários. O processo de liquidação do Banco Master foi acompanhado da Operação Compliance Zero , deflagrada pela PF para combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Como resultado, no dia 17 de novembro, o dono do Master, Daniel Vorcaro, foi preso. Depois, ele foi solto com uso de tornozeleira eletrônica. *Com informações do Estadão Conteúdo Fonte: Jovem Pan

  • Lulinha admitiu que visitou fábrica de cannabis às custas do ‘Careca do INSS’, diz jornal

    Reprodução / Flickr O empresário é investigado por supostos desvios bilionários em um esquema de fraudes em aposentadorias Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha , filho do presidente Lula, afirmou a pessoas próximas que viajou e se hospedou em Portugal com contas pagas por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “ Careca do INSS”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Lulinha viajou ao país para visitar uma fábrica de produção de cannabis para fins medicinais, mas negou que as conversas tenham avançado ou que tenha recebido dinheiro do lobista. O Careca é investigado por supostos desvios bilionários em um esquema de fraudes em aposentadorias. A relação entre os dois foi confirmada por um ex-funcionário do Careca , que disse à Polícia Federal que eles eram sócios. Também afirmou que o lobista pagava uma “mesada” de R$ 300 mil a Lulinha . De acordo com o jornal , o filho do presidente teria voado com Antunes a Portugal em 2024 , de classe executiva. Ficou hospedado às custas do Careca e teve um convite para ser sócio do lobista, mas que ele afirma ter recusado.  Ele teria visitado um galpão e uma fábrica de cannabis no país. A defesa de Lulinha nega que ele tenha ligações com os esquemas do INSS e diz que Lulinha não foi sócio nem recebeu dinheiro do Careca do INSS. “Prestaremos esclarecimentos sobre os fatos ao STF, foro adequado para a apuração, motivo pelo qual considero inoportuna a antecipação da discussão de matéria fática no foro público da imprensa”, diz a nota da defesa. Os advogados também afirmam que “Fábio não tem relação com o esquema do INSS, só soube do envolvimento de Antonio Camilo Antunes após a exposição da imprensa, não foi seu sócio, não prestou serviços a ele e não recebeu valores”. Amiga em comum Segundo o Estadão, Lulinha diz que conheceu Antunes por uma amiga em comum , Roberta Luchsinger. Ela também é investigada pela PF.  Ela se aproximou de Lulinha após concorrer a deputada estadual em 2018, sem sucesso, e se oferecer para doar R$ 500 mil a Lula durante a Operação Lava Jato, em que o presidente teve as contas bloqueadas. A doação foi impedida pela Justiça. O Estadão não localizou a defesa de Roberta. O Careca do INSS não quis se manifestar. Em relação ao Careca, Roberta teria se encontrado com ele no Ministério da Saúde , segundo o site Metrópoles. Ele queria oferecer os serviços da World Cannabis, sua empresa de maconha medicinal. A empresa nega o vínculo. Antunes queria comprar um local para produção da planta em Aveiro, em Portugal. Nessa ocasião, então, teria viajado com Lulinha para conhecer o espaço. O filho do presidente afirmou a interlocutores que pretende admitir que realizou a viagem e que o Careca pagou pela visita. Fonte: Jovem Pan

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  • Política de Privacidade | Ativa News

    Informação que guia. Verdade que transforma. O Ativa News é um portal de notícias comprometido com a ética, a clareza e a credibilidade. Nosso propósito é conduzir você pelo caminho da boa informação. Com uma linguagem acessível e conteúdos relevantes, oferecemos notícias atualizadas, cobertura regional, drops jornalísticos e análises que fazem a diferença no seu dia a dia. Aqui, a notícia tem direção: a direção da verdade. Buscar POLÍTICA DE PRIVACIDADE Introdução Última atualização: 07/10/2025 A sua privacidade é importante para nós. Esta Política de Privacidade descreve como o Ativa News coleta, utiliza, armazena e protege as informações dos usuários que acessam o nosso portal, disponível no endereço eletrônico https://www.ativanews.com.br . Ao utilizar nossos serviços, você concorda com as práticas descritas neste documento. Coleta de Informações O Ativa News pode coletar as seguintes informações: Informações fornecidas pelo usuário: Nome, e-mail e outras informações de contato fornecidas voluntariamente em formulários de cadastro, assinatura de newsletters, envio de comentários ou participação em promoções. Informações de navegação: Dados como endereço IP, tipo de navegador, provedor de internet, páginas visitadas, tempo de visita e outras informações coletadas automaticamente por meio de cookies ou tecnologias similares. Uso das Informações As informações coletadas são utilizadas para: Melhorar a experiência de navegação no site; Enviar boletins informativos, alertas de notícias e comunicações de interesse; Responder a dúvidas, solicitações ou comentários dos usuários; Desenvolver novos conteúdos, produtos e serviços. Compartilhamento de Informações O Ativa News não vende, aluga ou compartilha informações pessoais dos usuários com terceiros, exceto: Quando autorizado pelo próprio usuário; Para cumprir exigências legais, regulatórias ou ordens judiciais; Em caso de fusão, aquisição ou incorporação, mediante a devida comunicação aos usuários. Cookies Utilizamos cookies para aprimorar a funcionalidade do site, personalizar conteúdos e analisar o tráfego de navegação. O usuário pode configurar seu navegador para recusar o uso de cookies, mas isso pode limitar algumas funcionalidades do portal. Segurança das Informações Adotamos medidas de segurança técnicas e administrativas adequadas para proteger os dados pessoais contra acessos não autorizados, divulgação, alteração ou destruição. No entanto, nenhum sistema de transmissão ou armazenamento eletrônico é totalmente seguro. Por isso, não podemos garantir a segurança absoluta das informações. Direitos do Usuário O usuário tem o direito de: Solicitar acesso aos seus dados pessoais; Corrigir dados imprecisos ou desatualizados; Solicitar a exclusão dos seus dados, quando permitido por lei; Revogar o consentimento a qualquer momento, mediante solicitação. Solicitações podem ser feitas através do e-mail: ativanewsoficial@gmail.com Alterações nesta Política O Ativa News reserva-se o direito de atualizar esta Política de Privacidade a qualquer momento. Recomenda-se que o usuário revise este documento periodicamente. Alterações relevantes serão comunicadas de forma destacada no site. Contato Em caso de dúvidas sobre esta Política de Privacidade ou sobre o tratamento dos seus dados pessoais, entre em contato conosco: Ativa News E-mail: ativanewsoficial@gmail.com Website: https://www.ativanews.com.br

  • Política de Privacidade - app | Ativa News

    Informação que guia. Verdade que transforma. O Ativa News é um portal de notícias comprometido com a ética, a clareza e a credibilidade. Nosso propósito é conduzir você pelo caminho da boa informação. Com uma linguagem acessível e conteúdos relevantes, oferecemos notícias atualizadas, cobertura regional, drops jornalísticos e análises que fazem a diferença no seu dia a dia. Aqui, a notícia tem direção: a direção da verdade. Buscar POLÍTICA DE PRIVACIDADE Introdução Última atualização: 07/10/2025 O aplicativo Ativa News respeita a sua privacidade e está comprometido em proteger os dados de seus usuários. Esta Política de Privacidade tem como objetivo esclarecer de forma transparente como tratamos as informações dentro do app. 1. Coleta de dados O Ativa News não coleta, armazena ou processa dados pessoais dos usuários. O app foi desenvolvido com foco em fornecer acesso rápido e direto às notícias publicadas no site https://www.ativanews.com.br , sem necessidade de login, cadastro ou identificação do usuário. 2. Compartilhamento de conteúdo O app permite que os usuários compartilhem as notícias disponíveis por meio das funções nativas do próprio sistema operacional (ex: WhatsApp, e-mail, redes sociais). Este compartilhamento é opcional e realizado diretamente pelo usuário, sem intervenção ou rastreamento por parte do aplicativo. 3. Permissões do dispositivo O aplicativo pode solicitar permissões básicas de acesso à internet e funcionalidades de compartilhamento. Nenhuma permissão sensível (como localização, contatos, câmera ou microfone) é exigida. 4. Anúncios e monetização O aplicativo do Ativa News poderá exibir banners publicitários com fins informativos ou comerciais, visando a sustentabilidade do projeto. Esses anúncios poderão ser: Institucionais (promoções da própria Rádio RetroAtiva ou do Ativa News); Comerciais, de empresas parceiras que contratam espaço no aplicativo. Importante: O app não coleta informações pessoais para exibir esses anúncios; Os anúncios não utilizam dados de rastreamento comportamental; Alguns banners podem conter links externos, redirecionando para sites de terceiros. Nestes casos, o Ativa News não se responsabiliza pelo conteúdo, política de privacidade ou práticas desses sites. Qualquer atualização nos formatos de monetização será informada nesta política de forma clara e transparente. 5. Segurança Mesmo sem coletar dados, o app utiliza boas práticas de segurança no acesso ao conteúdo, incluindo conexões criptografadas (HTTPS) para garantir a integridade das informações exibidas. 6. Alterações nesta política Esta Política de Privacidade pode ser atualizada periodicamente. Recomendamos a leitura regular deste documento sempre que houver atualizações do aplicativo. 7. Contato Em caso de dúvidas, entre em contato com nossa equipe: E-mail: ativanewsoficial@gmail.com

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