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Posts do blog (382)

  • Juiz marca primeira audiência para ouvir Bernal e testemunhas da morte de fiscal

    Bernal chegou armado ao imóvel. (Fala Povo Midiamax) Em despacho, magistrado também afastou tese da defesa e confirmou que a casa onde ocorreu o homicídio era de Roberto Mazzini O juiz Carlos Alberto Garcete, da 1.ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, marcou as primeiras audiências para ouvir o ex-prefeito Alcides Bernal e testemunhas do homicídio do fiscal tributário Roberto Mazzini, de 61 anos. Ele foi morto a tiros por Bernal em 24 de março deste ano. Em 15 de abril, a Justiça aceitou a denúncia por homicídio triplamente qualificado, porte ilegal de arma de fogo e violação de domicílio. Bernal está preso desde o crime, mas sua defesa tenta livrá-lo dos crimes cometidos. No despacho publicado nesta quinta-feira (7), Garcete marcou para 26 de maio audiência para ouvir testemunhas da acusação. No dia seguinte, será a vez de Bernal e das testemunhas da defesa prestarem depoimento. Além disso, o juiz aproveita o despacho para confirmar que a casa onde os fatos ocorreram, no bairro Jardim dos Estados, pertencia a Mazzini, após o time de advogados tentar alegar legítima defesa e falta de justa causa pela violação de domicílio. “[…] não há que se falar em falta de justa causa, visto que, de acordo com a própria matrícula atualizada do imóvel e da decisão da Justiça Federal que indeferiu tutela antecipada em favor do réu, a propriedade em questão é da Caixa Econômica Federal desde meados de 2025 e, posteriormente, transmitida da vítima Roberto Carlos Mazzini”, traz o despacho — documento que serve para sanar algumas pendências e organizar o processo. Bernal alega legítima defesa O grupo pediu a absolvição sumária, ou seja, que Bernal fosse inocentado sem sequer ser julgado. O ex-prefeito teria defendido a posse da casa que mantinha no Jardim dos Estados, e que havia sido arrematada em leilão por Mazzini. Em 23 páginas, os advogados rebatem ponto a ponto a denúncia da Promotoria. Eles citam que o ex-prefeito temeu pela vida e que o fiscal poderia tentar matá-lo se tomasse a arma dele. “Diante de invasores dentro de sua casa, o acusado [Alcides Bernal] temeu iminentemente pela própria vida, acreditando que seria atacado e desarmado pelos invasores (‘na minha cabeça, ou ele toma a minha arma e atira em mim ou acontece o que aconteceu’), caracterizando perfeitamente a agressão injusta e iminente”, escreveram. Machado Filho, Acosta, Meza, Walquíria e Souza negaram que Bernal premeditou o assassinato, já que ele confessou em depoimento que não conhecia Mazzini. Além disso, se entregou voluntariamente após o crime. Entretanto, Garcete, após confirmar a propriedade da casa, cita o Código Civil para afirmar que o dono tem direitos sobre o imóvel, inclusive de reavê-lo de quem injustamente o possua ou detenha. Além disso, manteve a denúncia sobre ter “recebido” e ter “portado” — fatos distintos segundo a legislação — a arma de fogo usada no crime. Ex-prefeito é denunciado por homicídio A 19ª Promotoria de Justiça de Campo Grande denunciou o ex-prefeito Alcides Bernal pelo homicídio qualificado do fiscal tributário estadual Roberto Carlos Mazzini e porte ilegal de arma de fogo. O político e advogado está preso desde a data do crime, 24 de março de 2026. Na denúncia, os promotores Lívia Carla Guadanhim Bariani e José Arturo Bobadilla Garcia lembram que Mazzini, de 60 anos, havia adquirido a casa de Bernal, no Jardim dos Estados, em um leilão da Caixa Econômica Federal, e foi ao local tomar posse do imóvel, junto de um chaveiro. “O crime foi cometido por motivo torpe, visto que o denunciado agiu impelido pelo sentimento de vingança, mais precisamente porque não aceitava a perda do imóvel para a vítima e ainda acreditava ter direito sobre ele. Assim, decidiu ceifar-lhe a vida. Dada a repugnância da motivação do crime, caracterizada está a qualificadora”, escreveram os membros do MPMS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul). Assim, o político foi denunciado por homicídio qualificado por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa, contra vítima maior de 60 anos; e também por porte ilegal de arma de fogo. Dias depois, o MP complementou a denúncia e pediu à Justiça a inclusão de mais um agravante ao assassinato, de meio cruel, e pelo crime de violação de domicílio. “O homicídio é qualificado porque cometido com emprego de meio cruel, pois o denunciado, em atitude perversa, realizou um primeiro disparo em desfavor da vítima, atingindo-a, e, após incapacitada, efetuou o segundo à curta distância, quando a vítima estava caída. Continuamente, evadiu-se do local sem prestar socorro ao ofendido, revelando total insensibilidade”, pontuaram Lívia e José Arturo. Bernal preso por assassinato O crime aconteceu em uma casa que pertenceu a Bernal, mas foi arrematada em um leilão por Mazzini, no ano passado. Na tarde de 24 de março, Roberto foi até lá, na presença de um chaveiro, a fim de tomar posse do imóvel, mas foi alvejado por ao menos dois tiros, que atingiram a região da costela, transfixando, e a dorsal da vítima. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 14h; eles realizaram, por cerca de 25 minutos, manobras de reanimação, mas o servidor não resistiu e morreu. Após o crime, o ex-prefeito se entregou na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. Já o chaveiro, que presenciou o assassinato, foi encaminhado para o Cepol (Centro Integrado de Polícia Especializada). Fonte: Midiamax

  • Defesa de Vorcaro envia nova versão de delação após PGR e PF rejeitarem conteúdo prévio

    Divulgação / Banco Master Apuração da Jovem Pan aponta que o novo conteúdo produzido pelos advogados foi entregue às autoridades em um pen-drive A defesa do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, enviou nesta quarta-feira (6) uma nova proposta de delação premiada, após a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) recusarem o conteúdo da primeira colaboração enviada. A informação foi publicada inicialmente pelo jornal O Globo e confirmada pela Jovem Pan. O conteúdo produzido por Vorcaro foi entregue às autoridades em um pen drive, de acordo com apuração da Jovem Pan. Agora, a PF e a PGR devem analisar novamente o conteúdo. A rejeição da PGR e da PF acontece porque houve o entendimento de que o conteúdo estava incompleto e não respondia as dúvidas dos investigadores. Com o novo envio, os advogados do banqueiro procuram convencer os investigadores a aceitarem a proposta. A defesa de Vorcaro acredita que a delação irá garantir a liberdade do banqueiro. O documento contém uma série de anexos e estipula o pagamento de uma multa bilionária. A expectativa inicial dos advogados de Vorcaro era de que a PF e o MPF levassem cerca de duas semanas para analisar a documentação, seguidas por mais duas semanas para a realização das oitivas e depoimentos. No entanto, o prazo é considerado otimista na prática e o trâmite deve se estender por mais de um mês. Um dos motivos é que o valor da multa bilionária proposta pela defesa ainda será avaliado pelas autoridades, o que pode gerar uma contraproposta e prolongar as negociações. Vorcaro está preso desde o início de março e foi transferido pela Polícia Federal no dia 23 do mesmo mês. A Jovem Pan tenta contato com os advogados de Vorcaro, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Fonte: Jovem Pan

  • Flávio Bolsonaro diz que, se eleito, usará seu prestígio para reduzir maioridade penal

    TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO A Constituição estabelece atualmente que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis e sujeitos às normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou neste domingo, 3, que irá trabalhar pela redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes hediondos, se eleito ao Planalto em 2026. “Tenho falado de algumas propostas para o Brasil, entre elas a redução da maioridade penal para 14 anos, em casos de crimes hediondos, que são os mais graves! Esse tipo de medida pode ser aprovada quando o Presidente da República usa seu prestígio junto ao Congresso Nacional”, escreveu em seu perfil no X. Flávio apresentou, em 2019, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reduzir a maioridade penal para 14 anos para alguns tipos de crimes, como: crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo, organização criminosa e associação criminosa. Segundo o senador, a medida irá evitar que “bandidos usem a idade cronológica para cometer crimes bárbaros”. A Constituição estabelece atualmente que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis e sujeitos às normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Como a regra está prevista na Constituição, a mudança dependeria da aprovação da mudança pelo Congresso Nacional, com apoio mínimo de três quintos dos parlamentares em dois turnos de votação na Câmara e no Senado. Fonte: Jovem Pan

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  • Ativa News | Credibilidade com a Informação

    Informação que guia. Verdade que transforma. O Ativa News é um portal de notícias comprometido com a ética, a clareza e a credibilidade. Nosso propósito é conduzir você pelo caminho da boa informação. Com uma linguagem acessível e conteúdos relevantes, oferecemos notícias atualizadas, cobertura regional, drops jornalísticos e análises que fazem a diferença no seu dia a dia. Aqui, a notícia tem direção: a direção da verdade. Buscar HOME ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTAQUE INTERNACIONAL ECONOMIA POLÍTICA JUSTIÇA GERAL ESPORTE POLÍCIA SAÚDE MEIO AMBIENTE CAPITAL CAPITAL DESTAQUE ESTADO AGRO NEWS CONTATO Menu Close INTERNACIONAL DESTAQUE ECONOMIA POLÍTICA JUSTIÇA GERAL ESPORTE POLÍCIA SAÚDE MEIO AMBIENTE NOTÍCIAS LOCAIS AGRO NEWS AGRO NEWS AGRO DESTAQUE AGRO NOTÍCIAS COTAÇÕES AGRO

  • Política de Privacidade | Ativa News

    Informação que guia. Verdade que transforma. O Ativa News é um portal de notícias comprometido com a ética, a clareza e a credibilidade. Nosso propósito é conduzir você pelo caminho da boa informação. Com uma linguagem acessível e conteúdos relevantes, oferecemos notícias atualizadas, cobertura regional, drops jornalísticos e análises que fazem a diferença no seu dia a dia. Aqui, a notícia tem direção: a direção da verdade. Buscar POLÍTICA DE PRIVACIDADE Introdução Última atualização: 07/10/2025 A sua privacidade é importante para nós. Esta Política de Privacidade descreve como o Ativa News coleta, utiliza, armazena e protege as informações dos usuários que acessam o nosso portal, disponível no endereço eletrônico https://www.ativanews.com.br . Ao utilizar nossos serviços, você concorda com as práticas descritas neste documento. Coleta de Informações O Ativa News pode coletar as seguintes informações: Informações fornecidas pelo usuário: Nome, e-mail e outras informações de contato fornecidas voluntariamente em formulários de cadastro, assinatura de newsletters, envio de comentários ou participação em promoções. Informações de navegação: Dados como endereço IP, tipo de navegador, provedor de internet, páginas visitadas, tempo de visita e outras informações coletadas automaticamente por meio de cookies ou tecnologias similares. Uso das Informações As informações coletadas são utilizadas para: Melhorar a experiência de navegação no site; Enviar boletins informativos, alertas de notícias e comunicações de interesse; Responder a dúvidas, solicitações ou comentários dos usuários; Desenvolver novos conteúdos, produtos e serviços. Compartilhamento de Informações O Ativa News não vende, aluga ou compartilha informações pessoais dos usuários com terceiros, exceto: Quando autorizado pelo próprio usuário; Para cumprir exigências legais, regulatórias ou ordens judiciais; Em caso de fusão, aquisição ou incorporação, mediante a devida comunicação aos usuários. Cookies Utilizamos cookies para aprimorar a funcionalidade do site, personalizar conteúdos e analisar o tráfego de navegação. O usuário pode configurar seu navegador para recusar o uso de cookies, mas isso pode limitar algumas funcionalidades do portal. Segurança das Informações Adotamos medidas de segurança técnicas e administrativas adequadas para proteger os dados pessoais contra acessos não autorizados, divulgação, alteração ou destruição. No entanto, nenhum sistema de transmissão ou armazenamento eletrônico é totalmente seguro. Por isso, não podemos garantir a segurança absoluta das informações. Direitos do Usuário O usuário tem o direito de: Solicitar acesso aos seus dados pessoais; Corrigir dados imprecisos ou desatualizados; Solicitar a exclusão dos seus dados, quando permitido por lei; Revogar o consentimento a qualquer momento, mediante solicitação. Solicitações podem ser feitas através do e-mail: ativanewsoficial@gmail.com Alterações nesta Política O Ativa News reserva-se o direito de atualizar esta Política de Privacidade a qualquer momento. Recomenda-se que o usuário revise este documento periodicamente. Alterações relevantes serão comunicadas de forma destacada no site. Contato Em caso de dúvidas sobre esta Política de Privacidade ou sobre o tratamento dos seus dados pessoais, entre em contato conosco: Ativa News E-mail: ativanewsoficial@gmail.com Website: https://www.ativanews.com.br

  • Política de Privacidade - app | Ativa News

    Informação que guia. Verdade que transforma. O Ativa News é um portal de notícias comprometido com a ética, a clareza e a credibilidade. Nosso propósito é conduzir você pelo caminho da boa informação. Com uma linguagem acessível e conteúdos relevantes, oferecemos notícias atualizadas, cobertura regional, drops jornalísticos e análises que fazem a diferença no seu dia a dia. Aqui, a notícia tem direção: a direção da verdade. Buscar POLÍTICA DE PRIVACIDADE Introdução Última atualização: 07/10/2025 O aplicativo Ativa News respeita a sua privacidade e está comprometido em proteger os dados de seus usuários. Esta Política de Privacidade tem como objetivo esclarecer de forma transparente como tratamos as informações dentro do app. 1. Coleta de dados O Ativa News não coleta, armazena ou processa dados pessoais dos usuários. O app foi desenvolvido com foco em fornecer acesso rápido e direto às notícias publicadas no site https://www.ativanews.com.br , sem necessidade de login, cadastro ou identificação do usuário. 2. Compartilhamento de conteúdo O app permite que os usuários compartilhem as notícias disponíveis por meio das funções nativas do próprio sistema operacional (ex: WhatsApp, e-mail, redes sociais). Este compartilhamento é opcional e realizado diretamente pelo usuário, sem intervenção ou rastreamento por parte do aplicativo. 3. Permissões do dispositivo O aplicativo pode solicitar permissões básicas de acesso à internet e funcionalidades de compartilhamento. Nenhuma permissão sensível (como localização, contatos, câmera ou microfone) é exigida. 4. Anúncios e monetização O aplicativo do Ativa News poderá exibir banners publicitários com fins informativos ou comerciais, visando a sustentabilidade do projeto. Esses anúncios poderão ser: Institucionais (promoções da própria Rádio RetroAtiva ou do Ativa News); Comerciais, de empresas parceiras que contratam espaço no aplicativo. Importante: O app não coleta informações pessoais para exibir esses anúncios; Os anúncios não utilizam dados de rastreamento comportamental; Alguns banners podem conter links externos, redirecionando para sites de terceiros. Nestes casos, o Ativa News não se responsabiliza pelo conteúdo, política de privacidade ou práticas desses sites. Qualquer atualização nos formatos de monetização será informada nesta política de forma clara e transparente. 5. Segurança Mesmo sem coletar dados, o app utiliza boas práticas de segurança no acesso ao conteúdo, incluindo conexões criptografadas (HTTPS) para garantir a integridade das informações exibidas. 6. Alterações nesta política Esta Política de Privacidade pode ser atualizada periodicamente. Recomendamos a leitura regular deste documento sempre que houver atualizações do aplicativo. 7. Contato Em caso de dúvidas, entre em contato com nossa equipe: E-mail: ativanewsoficial@gmail.com

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