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Em nota, Gabriel Zahran alega inocência e fala sobre irmão foragido: ‘Se transgrediu as leis, terá que prestar contas’

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 3 dias
  • 3 min de leitura
Gabriel Zahran se declarou inocente das acusações. (Reprodução Redes Sociais)
Gabriel Zahran se declarou inocente das acusações. (Reprodução Redes Sociais)

Gabriel e Camillo Zahran foram alvos de operação que investiga fraudes financeiras


Gabriel Zahran — alvo da Operação Castelo de Cartas ao lado do irmão, Camillo Zahran — declarou-se inocente em nota divulgada à imprensa, na tarde desta quinta-feira (29). O empresário ainda afirmou que o irmão terá de “prestar contas à Justiça” caso tenha cometido algum crime.


Camillo foi alvo de mandado de prisão na quarta-feira (28). Como não foi encontrado no endereço, ele é considerado foragido pela polícia.


“Com relação ao meu irmão a única coisa que posso falar é que se de alguma forma ele transgrediu as leis, terá que prestar contas à Justiça. Por fim, agradeço o apoio daqueles que aguardam o desfecho deste lamentável episódio com isenção”, diz parte da nota assinada por Gabriel Gandi Zahran Georges. 

Os herdeiros do grupo Zahran são apontados como líderes de uma organização criminosa que cometia fraudes financeiras em São Paulo. Gabriel Zahran foi alvo de mandados de busca e apreensão em Campo Grande.


Confira a nota de Gabriel Zahran na íntegra: 

“Diante das recentes acusações, gostaria de manifestar publicamente minha total inocência. Recebo tais acusações com surpresa, mas com a serenidade de quem nada deve. Reitero que sempre pautei minha conduta pela ética e pelo respeito às leis. Minha defesa já está trabalhando para apresentar todos os fatos e provas necessários às autoridades competentes. Tenho plena confiança na Justiça e na verdade. O tempo se encarregará de esclarecer cada detalhe, restabelecendo a realidade dos fatos. Com relação ao meu irmão a única coisa que posso falar é que se de alguma forma ele transgrediu as leis, terá que prestar contas à Justiça. Por fim, agradeço o apoio daqueles que aguardam o desfecho deste lamentável episódio com isenção. Atenciosamente, Gabriel Gandi Zahran Georges”.


Operação Castelo de Cartas


Irmãos foram alvo de operação da Polícia Civil de São Paulo. (Reprodução, Redes Sociais)
Irmãos foram alvo de operação da Polícia Civil de São Paulo. (Reprodução, Redes Sociais)

A quadrilha prometia lucros elevados e um suposto vínculo com um grande grupo do setor de gás e energia chefiado por uma tradicional família sul-mato-grossense. Segundo o delegado Fernando Tedd em coletiva de imprensa, publicada pelo Diário do Rodrigo Lima, os irmãos criaram uma empresa de fachada.


“Eles fazem parte da família que é proprietária de um grupo de empresas no Mato Grosso do Sul. Utilizando dessa falsa credibilidade, eles acabavam enganando as pessoas como se elas estivessem investindo nas empresas do grupo. Eles criaram a empresa de fachada, que simulava essa situação, e foram angariando dinheiro como se as pessoas tivessem realmente investindo nesse grupo empresarial”, explicou.

As vítimas, algumas de São Paulo, sofreram prejuízos milionários ao saberem do golpe. “Quando foram cobrar os dividendos, descobriram que estavam sendo enganados, aí procuraram as delegacias em cada região e fizeram o registro das ocorrências”, revelou o delegado.


Empresa de fachada

Ainda conforme Fernando Tedd, os irmãos não fazem parte da administração de nenhuma empresa da família tradicional sul-mato-grossense. Contudo, simulavam que as empresas de fachada seriam terceirizadas do grupo empresarial da família. Um dos irmãos foi ouvido pela polícia, e o outro está foragido.


“Pelo que conseguimos saber, eles não fazem parte da administração de nenhuma dessas empresas do grupo e acabaram criando essa situação falsa de investimentos para angariar dinheiro. São dois irmãos que administram essa associação criminosa. Um deles está sendo ouvido agora, não tinha mandado de prisão contra ele. O outro irmão tinha mandado de prisão, mas não foi localizado. A partir desse momento, ele é considerado foragido”, detalhou o delegado da Deic.

“Era investimento como se tivesse aplicando dinheiro nessas empresas de fachada, que seriam terceirizadas do grupo empresarial, e seriam investimentos com um retorno financeiro elevado. […] Por enquanto, está sendo apurado estelionato comum e fraude eletrônica”, acrescentou Fernando.

A primeira fase da operação foi deflagrada em condomínios de alto padrão no município de Rio Preto. Lá, um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.


Já a segunda fase, deflagrada na quarta (28), cumpriu mandados de busca e apreensão em dois condomínios residenciais no bairro Carandá Bosque, região nobre de Campo Grande. Durante as buscas, foram apreendidas diversas pedras preciosas, uma Rampage, um aparelho celular e um relógio de luxo.


Fonte: Midiamax



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